Vale à pena fazer empréstimo?

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Os graduados universitários em todos os níveis de renda têm a mesma
probabilidade de ter contraído empréstimos. Mas aqueles que ganham mais são
significativamente mais propensos a pagar suas dívidas estudantis, em parte
porque são mais velhos e tiveram mais tempo para pagar seus empréstimos.
Cerca de dois terços (68%) dos graduados universitários que fizeram
empréstimos e que têm uma renda familiar de pelo menos US$ 75.000 pagaram
seus empréstimos, em comparação com 42% dos graduados universitários que
ganham menos de US$ 75.000.
Aqueles que concluíram pelo menos um diploma de bacharel são os mais
propensos a fazer empréstimos, em comparação com aqueles que possuem um
diploma de uma faculdade de dois anos (50% vs. 37%).
Os graduados universitários que não contraíram empréstimos são mais
propensos do que aqueles que tomaram dinheiro emprestado a dizer que seu
diploma valeu a pena (91% dos não mutuários dizem isso, em comparação com
79% daqueles que contraíram empréstimos). Por outro lado, aqueles que fizeram
empréstimos para ajudar a pagar a estudantes são mais propensos a dizer que
sua educação será recompensada no futuro (10% vs. 3%). E aqueles que
emprestaram menos dinheiro são mais propensos a dizer que sua educação já
valeu a pena (87% daqueles que pegaram menos de US$ 20.000 em
empréstimos dizem isso, em comparação com 68% daqueles que pegaram
mais). O maior contraste está entre os estudantes de faculdade que pagaram
seus empréstimos em comparação com aqueles que não o fizeram. No total,
nove em cada dez (93%) daqueles que já pagaram todo o dinheiro emprestado
dizem que seu diploma valeu a pena.